Este é o caminho da Lia até dezembro. Ele abre com o código que veio no seu convite, e cada capítulo que você terminar vira uma chave.
Não tem código? Fala com o Lucas. O convite é pessoal.A gente vai fazer bastante coisa até o fim do ano. Mas uma de cada vez, em ordem. Primeiro o site novo, que já está no ar. Depois a Larissa pega o telefone. Depois vem o Feirão, todo mês. E assim por diante. Aqui está tudo explicado, sem palavra difícil.
E é o prêmio de quem chega ao fim deste caminho. Hoje ele mora em stories.siteup.com.br. No fim de agosto ele passa pro endereço oficial, liaimobiliaria.com.br. O menu lá em cima é o menu do site de verdade.
Trabalho, e os números na mesa toda semana. Quando alguém chama vocês no WhatsApp, isso é uma conversa. Ainda não é uma venda. A venda vem depois, e a gente vai ver nos números se ela está vindo.
Cada etapa responde três perguntas: o que muda no dia a dia de vocês, como funciona, e como a gente sabe se deu certo. Palavra estranha está explicada lá no fim. E o Lume vai mudando de humor pelo caminho.
Barra cheia é coisa acontecendo. Barra tracejada é coisa que continua rodando sozinha depois de pronta. Clique no nome pra pular até a etapa.
Clique numa etapa pra abrir. Cada uma responde: o que muda pra vocês, como funciona, e como a gente sabe se deu certo.
O pessoal do marketing aquece a cidade antes de o site virar o endereço oficial e antes do primeiro Feirão. Quando o Feirão começar, a gente promove forte.
Duas semanas de "vem coisa nova aí": bastidor do site, o Lume aparecendo, a Lia contando o que muda. Ninguém vê lista de imóvel ainda. A ideia é a cidade ficar curiosa.
O pessoal do marketing, com o padrão de posts e reels. A equipe compartilha nos próprios perfis. O Bernardo liga os primeiros anúncios de curiosidade.
Quando o site virar o endereço oficial e o Feirão abrir, a cidade já está esperando. Aí a gente promove forte: anúncio, reels, stories, todo mundo falando da mesma coisa na mesma semana.
Seguidores novos, gente perguntando "quando abre?", pedidos no formulário do Feirão antes mesmo do anúncio principal.
O site passa pro endereço oficial. E já começa contando quem entra.
Quando alguém chama no WhatsApp vindo do site, já chega com nome, telefone e o imóvel que estava olhando. Acabou aquele "oi" de número desconhecido.
O site coloca um código na mensagem. O sistema lê o código e mostra: essa pessoa veio de tal página, de tal anúncio. Se ela conversou com o Lume antes, o que ela procura já está anotado na ficha dela.
Quantas pessoas visitam, de onde vêm, quantas chamam. Essa é a régua. Sem ela, tudo que vem depois é chute.
Ela vai ligar pra quem procurou a Lia um dia e ninguém chamou de volta. São mais de 4 mil pessoas.
Tem mais de 4 mil pessoas registradas que um dia procuraram a Lia: por anúncio do Minha Casa Minha Vida, por campanha antiga, pelo site. Vai ser ligação, e não mensagem. É na voz que a pessoa conta por que não comprou. O detalhe está no capítulo "Telefone e listas".
Poucos imóveis, preço combinado antes com o dono, por sete dias. E a pessoa diz o que quer ver antes de ver a lista.
As visitas se concentram numa semana só. Ninguém pechincha na hora, porque o preço já foi combinado. E vocês ganham uma lista do que a cidade quer comprar.
O anúncio não mostra os imóveis. Ele pergunta: o que você quer ver? No dia, cada pessoa recebe só o que combina com o que pediu. O passo a passo está no capítulo do Feirão.
Quantos pediram, quantos responderam o aviso, quantas visitas saíram. Começa mensal. Só vira quinzenal se as visitas continuarem vindo.
Pedir avaliação vira parte do atendimento, com texto pronto e link.
No fim de cada visita e de cada fechamento, quem atendeu manda uma mensagem pronta com o link da avaliação. E toda avaliação recebe resposta em até dois dias, boa ou ruim.
Antes de ligar pra uma imobiliária, a pessoa lê o que os outros escreveram no Google. Hoje a avaliação é pedida quando alguém lembra. Passa a ter hora certa.
Quantas avaliações novas por mês, e a nota média. Se a nota cair, isso aparece primeiro. O que fazer vem depois.
A cara da Lia é refeita pra combinar com o site. E vira modelo pronto pra todo mundo usar.
Qualquer pessoa da equipe monta um post bonito em minutos, sem esperar designer. A marca fica igual no site, no Instagram e no WhatsApp.
A gente define uma vez as cores, as letras e o jeito de fotografar. Isso vira modelo de post, de reels, de stories e de aviso, dentro do painel do site. Antes de virar regra, vocês aprovam.
Quanto tempo leva pra publicar um post, e quantos saem dentro do padrão.
Cada função aprende a usar a IA no que faz todo dia. A IA ajuda. Quem decide é a pessoa.
Resumir uma conversa longa, sugerir um imóvel pelo que a pessoa contou, deixar a resposta pronta pra revisar.
Montar a lista de opções pra um cliente. Lembrar de quem visitou e sumiu.
Gerar texto e arte já no padrão da etapa 4, sem começar do zero.
Quanto tempo a pessoa espera por resposta, e se a equipe está usando de verdade. Isso o sistema mostra.
Com a IA fazendo o trabalho pesado, sobra tempo. E esse tempo vira listas.
Aparecer no Google quando alguém procura "apartamento em Erechim". E na resposta do ChatGPT quando alguém pergunta isso pra ele.
Menos pergunta repetida no WhatsApp. Financiamento, documentação, quanto custa morar em cada bairro: o site já responde.
Uma página pra cada bairro, com os imóveis, o preço médio e o que tem por perto. Guias que respondem as perguntas que chegam todo dia. E o catálogo aberto pra Google e ChatGPT lerem.
Em que posição a Lia aparece nas buscas da cidade, e quantas visitas vêm daí, mês a mês.
R$ 4 a 5 mil por mês no Google pra ficar em primeiro em Erechim. R$ 10 mil no Instagram e Facebook, em quatro frentes.
O Google é um leilão. Pra cada busca, aparece primeiro quem paga mais e tem a página mais útil. A verba compra o lugar. A página boa, da etapa 6, é o que faz o clique valer a pena.
Quanto custou cada pessoa que chamou, em cada frente. E quantas dessas viraram visita.
Todo mês a verba vai pra onde as conversas saíram mais baratas e viraram visita. O que a Larissa ouve ao telefone diz o que o anúncio precisa responder.
Uma IA que acha o imóvel pelo que a pessoa descreve. E outra que mostra o imóvel vazio já mobiliado.
Primeiro a gente mede quanto custa cada conversa da IA e cada imagem gerada. E a regra é clara: a IA sugere e explica. Marcar visita e negociar continua com vocês.
Menos "tem algo assim?" no WhatsApp, porque o site já respondeu. E a foto mobiliada ajuda a vender imóvel vazio.
Hoje a parte do financiamento é feita por fora, com a Gláucia. Se o funil validar, a gente traz isso pra dentro.
O funil do Minha Casa Minha Vida dentro do site tem que provar que funciona: renda informada, três opções na hora, pré-aprovação de crédito e visita. Se os números mostrarem isso, a etapa entra. Se não mostrarem, ela espera.
O pós-venda passa a ser nosso: a pessoa fechou, e quem cuida do financiamento, da documentação e do acompanhamento até as chaves é a equipe da Lia. A Gláucia sai do caminho, e o cliente fala sempre com a mesma casa.
Alguém pra fazer a correspondência bancária: montar o processo no banco, acompanhar a aprovação, cobrar documento, avisar o cliente. É uma contratação, e ela só acontece com o funil validado.
Tempo entre o "sim" do cliente e a aprovação do banco. Quantos processos travam, e por quê. E quantos clientes chegam às chaves sem sair do nosso atendimento.
Tem três jeitos de a pessoa chegar. Mas o fim é sempre o mesmo: ela conta o que quer antes de ver o imóvel, e chega no atendimento já conhecida. As bolinhas mostram o caminho.
Ela vê o anúncio, mas não vê a lista. Conta o que quer ver: casa ou apartamento, até quanto, em qual bairro, pra morar ou pra investir. Recebe uma confirmação no WhatsApp. No dia, recebe só os imóveis que combinam com o que pediu. E pede visita dentro dos sete dias.
Ela responde o perfil de investidor. A ficha chega pra vocês, e alguém da equipe decide se ela entra. Se entrar, ganha uma área só dela no site, com login, e recebe aviso no WhatsApp só quando aparece uma oportunidade boa de verdade. E tem 48 horas antes de o imóvel ir pro site. Cada oferta que ela abre fica anotada, e o corretor pode ligar pra quem olhou e ficou quieto.
É o que mais traz gente hoje, pelo Instagram. Passa a funcionar dentro do site: a pessoa diz a renda, vê na hora até quanto cabe e três imóveis reais, e pode pedir a pré-aprovação do crédito. Se não responder, recebe três mensagens, uma de cada vez: documentação, simulação, visita. Se esse caminho provar que funciona, o financiamento vem pra dentro de casa (etapa 8.1).
Em qualquer página, o Lume pergunta: o que você procura? A resposta fica guardada na ficha da pessoa, antes mesmo de ela chamar. Quando ela chama, quem atende já sabe. E esse perfil alimenta o Feirão, a Reserva, as listas e o telefone.
O Lume é a mascote, mas também é uma porta. Ele pergunta o que a pessoa procura: morar ou investir, até quanto, que tipo, em qual região, com que pressa. A resposta vai direto pra ficha dela no sistema. Quando ela chama no WhatsApp, a ficha e o telefone se juntam. Ninguém da equipe precisa digitar nada.
É um ciclo. O site pergunta, o sistema guarda, a equipe usa, a pessoa volta ao site e encontra o imóvel certo, e o Lume pergunta de novo. A base deixa de ser uma lista de telefones e vira uma lista do que cada pessoa quer.
Tudo contado a partir do dia em que o Feirão abre. Esse dia é o D0. Clique em cada momento. O primeiro abre na semana de 7 de setembro.
O que vocês oferecem: sete dias com o imóvel em destaque, visitas concentradas, e um preço que o próprio dono escolhe e que só vale nessa semana. Não vendeu? Volta ao preço de antes.
É um grupo fechado pra quem investe em imóvel. Só entra quem a equipe aprova. Lá dentro, a pessoa vê a oferta inteira. Lá fora, ninguém nem sabe que ela existe. São cinco portas, nessa ordem.
Seis perguntas: o que quer, quanto tem, como paga, pra quando, que tipo, se já investe. (É sugestão. A gente fecha junto.)
Cada cadastro vira uma ficha no sistema. Alguém da equipe lê e decide. Não existe link de convite.
Uma aba na conta do site que só aparece pra quem foi aprovado. Lá tem todas as fotos, a planta, os documentos e os números. E a gente vê quem abriu cada oferta.
No grupo de Avisos da Comunidade do WhatsApp. Só a Lia escreve. Ninguém vê quem mais está lá. E só chega aviso quando vale a pena.
Quem responde primeiro visita primeiro. Depois de dois dias, o imóvel vai pro site.
Os números da régua (10% abaixo do bairro, aluguel de 0,55% ao mês, no máximo 4 avisos por mês) são sugestão. A gente fecha junto.
Clique pra ver o que muda quando a pessoa é aprovada. Se alguém encaminhar o link pra fora, não abre nada.
Porque no site a gente enxerga. Cada oferta que a pessoa abre fica anotada na ficha dela: quem abriu, quando, quantas vezes, se viu a planta, se pediu visita. No WhatsApp, dá pra ver quem leu o aviso (quando a pessoa deixa a confirmação de leitura ligada). Juntando os dois, vocês sabem exatamente quem se interessou e ficou quieto.
Porque tem algo de valor atrás da porta. A pessoa aceita passar pela ficha porque vê o que ganha: a oferta inteira, antes de todo mundo.
Grupo que fala todo dia, ninguém lê depois de uma semana. Quatro avisos por mês, sempre com número, as pessoas leem. Não mandar nada quando não tem nada é a regra mais difícil. E a mais importante.
O que é público não é exclusivo. Nunca se manda imóvel do site como se fosse oportunidade. E nunca se promete retorno: o aluguel é uma estimativa, feita em cima de um aluguel real.
O primeiro é o que a gente faz agora. Os outros dois vêm quando o grupo estiver cheio e falando da Reserva pela cidade.
Ficha aprovada pela equipe, área só dela no site, aviso no WhatsApp quando a oportunidade é boa, e 48 horas antes de o imóvel ir pro site.
Dentro do grupo, a gente escolhe poucas pessoas: as que mais respondem e mais fecham. Elas recebem a oferta antes de todo mundo, até antes do grupo. Em troca, a Lia negocia um percentual maior nesses negócios. Exclusividade de verdade tem preço, e quem está no círculo sabe disso.
Um grupo que compra junto, tipo um fundo de investimento: várias pessoas, um imóvel, a Lia cuidando de tudo. Isso pede contrato, advogado e regra muito clara. Fica anotado como ideia pra conversar, não como promessa.
São duas fases. Em setembro, o telefone: ligar pras 4 mil pessoas que ficaram paradas. Em novembro, com a base organizada e a equipe usando IA, as listas da semana.
Com quem, o quê, por quanto. Essa pessoa sai da lista de compra e vira referência de preço.
O motivo, anotado em categoria: preço, crédito, não achou, está esperando, mudou de ideia. É isso que o anúncio vai ter que responder.
O quê, onde, até quanto. Vira perfil na ficha dela.
Só quando a conversa pedir. Quem investe vai pro caminho da Reserva.
Toda ligação sai pelo telefone do sistema e fica na ficha da pessoa: quanto durou, o que deu, o que foi anotado. Toda semana o Lucas ouve algumas, aponta o que ajustar e treina a Larissa com caso real.
Primeiro quem veio de anúncio do Minha Casa Minha Vida e nunca teve retorno. Depois o resto, do mais recente pro mais antigo. A lista sai do sistema, não de planilha.
Ligações feitas, atendidas, conversas de verdade. Os motivos de não ter comprado. Quantos já compraram. Quantos ainda procuram. Quantas visitas saíram daí.
Primeiro uma Comunidade da Lia no WhatsApp, só pra equipe, com três grupos. Depois, quando estiver organizado, a gente muda pro Slack. O motivo vem logo abaixo.
O que está no ar, o que mudou, quanto custou cada conversa na semana. Quem está atendendo sabe de onde as pessoas estão chegando e por quê.
Entrou um imóvel que vale anúncio agora? Avisa aqui. Sai na hora com um carrossel pré-pronto e uma imagem, no padrão da casa. Vídeo e o resto da produção vêm depois. A oportunidade não espera a produção ficar bonita.
O grupo de todo dia: dúvida, pedido, "alguém tem a chave do apto X?". Sem regra além de ser a equipe falando com a equipe.
O WhatsApp serve pra começar, mas ele prende a gente. No Slack, cada assunto vira um tópico, e dentro de um tópico cabe um caso inteiro: o casal que está procurando apartamento, com tudo que aconteceu com eles, do primeiro contato à visita. O resumo de cada reunião fica guardado no lugar certo. E a IA entra na conversa como mais um da equipe: consulta vocês sozinha sobre um tema, responde dúvida com o que está no sistema, avisa quando algo muda. No WhatsApp isso só sai com gambiarra, e a gente não quer gambiarra.
"Casal Ana e Pedro, apto 2 quartos até 400 mil." Tudo sobre eles fica ali: o que disseram, o que viram, o que o corretor anotou. Quem pega o caso depois lê e entende em dois minutos.
Reunião acabou, o resumo vai pro canal certo, com o que foi decidido e quem faz o quê. Ninguém precisa lembrar de cabeça.
"Quantas visitas tivemos essa semana?" "Resume o caso do casal." "Avisa quando o apto X baixar de preço." Ela responde ali mesmo, com o que está no sistema.
O Google funciona como um leilão. Pra cada busca, aparece primeiro quem paga mais e tem a página mais útil. A verba compra o lugar. A página boa, da etapa 6, é o que faz o clique valer a pena.
Pra quem busca imóvel em Erechim, por tipo e por bairro. Cada clique leva pra página certa. O objetivo é ficar em primeiro nas buscas da cidade.
Essa divisão é o ponto de partida. Todo mês a verba vai pra onde as conversas saíram mais baratas e viraram visita.
São metas de trabalho, pra gente ter régua. O número que vier é o que ajusta o mês seguinte. Nenhum desses é promessa de venda.
Alguém que chamou vocês pelo site ou respondeu um aviso. Ainda não é venda.
O que foi gasto em anúncio dividido pelo número de pessoas que chamaram. Mostra onde a verba rende.
Pessoa que marcou e foi ver o imóvel. É o número mais importante antes da venda.
O que a pessoa disse quando não fechou. A gente anota em categoria, pra responder no anúncio e no atendimento.
O que a pessoa disse que quer ver no Feirão. É o que guia a captação de imóveis.
Quando algo não funciona, aparece no relatório antes do plano de correção. Sem maquiar.
Erechim é o laboratório. Tudo que a gente monta aqui é feito pra ser copiado depois.
Site, Feirão, Reserva, telefone, listas, IA na equipe, anúncios medidos: tudo isso vira um kit. Uma imobiliária por cidade, com exclusividade. A Lia é a prova viva de que funciona, e é ela quem mostra o caminho.
Isso é trabalho e medição. Não é promessa de venda. O que os números mostrarem a cada mês ajusta o caminho.
Todo recomeço merece um endereço. O Lume carrega uma luz: é a luz no fim do túnel de quem está procurando um lugar pra recomeçar. E é a nossa também: objetivos novos, coisas novas, um jeito novo de trabalhar.
Ler isso foi uma experiência, não foi? Capítulo trancado, chave por chave, o Lume acendendo. Agora pensa: por que a gente não faz algo assim pra quem procura imóvel com a Lia? Cada pedido, cada visita, cada "sim" virando uma chave pra pessoa também. É exatamente isso que o site novo começa a fazer.
Você chegou ao fim. As 11 chaves estão com você. O site é seu agora.
Conclua os 11 capítulos pra liberar o site. A chave de cada um fica na barra lá em cima.
As chaves Pix a gente conquista junto, uma visita de cada vez, um "sim" de cada vez. O plano está aí. O site está no ar. A equipe é essa.
Bora?
Você leu até o fim e disse sim. Todo recomeço merece um endereço, e o nosso começa agora.
Isso é de propósito: o caminho é da equipe, então ele fecha por acordo, não por aviso. Democracia dá mais trabalho e dá mais certo.
Recomeçar a leitura do zero · Sou o apresentador, liberar tudo